Varejo brasileiro soma R$ 20 bilhões em dívidas em recuperação judicial

Levantamento baseado em dados do Monitor RGF-BIZDOC aponta que as empresas de varejo em recuperação judicial no Brasil acumulam cerca de R$ 20 bilhões em dívidas em 2026.
O que aconteceu
A maior parte desse montante está concentrada no Grupo Casas Bahia, que declarou R$ 17,3 bilhões ao pedir recuperação judicial em agosto. O levantamento também inclui o Grupo Toky, controlador das marcas Mobly e Tok&Stok, com passivo de R$ 1,1 bilhão informado em maio.
A lista de companhias em reestruturação reúne ainda o Grupo Gennius, das redes Habib’s e Ragazzo, além de Lojas Marabraz, Grupo CVLB e Americanas. No total, o país somava 6.341 empresas de diversos setores em recuperação judicial até julho de 2026, impulsionadas por juros altos e crédito restrito.
Minha visão sobre o assunto
O acúmulo de dívidas bilionárias mostra como a combinação de juros elevados e crédito caro afeta o capital de giro do comércio. Quando grandes varejistas entram em recuperação, o efeito contamina fornecedores de bens de consumo, parceiros de logística e pequenos comerciantes que dependem dessas cadeias.
O que observar agora
Cabe acompanhar o ritmo de aprovação dos planos de reestruturação das grandes redes e as condições de concessão de crédito para o setor nos próximos meses.
Fonte
Esta matéria foi elaborada com base nas informações publicadas por E-Commerce Brasil. Acesse a publicação original.
Varejo na prática
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Everton Bonetti — profissional de tecnologia, vendas e varejo, formado em Ciência da Computação e especialista em IA Aplicada para Negócios, com atuação em Gramado/RS, na Serra Gaúcha.
No meu site, acompanho as novidades do varejo e compartilho minha visão sobre o que elas representam para quem vende, compra e trabalha no comércio.
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